05 de fevereiro 2026

Notícias

Sonhar... para agir

27/11/2018

Sonhar... para agir

27/11/2018

A realidade juvenil no contexto asiático e as experiências de acompanhamento dos jovens de hoje, evidenciam um duplo aspecto do patrimônio cultural da Ásia: a visão holística e a dimensão do silêncio. São duas características do povo asiático, irrenunciáveis do ponto de vista cultural, pedagógico, religioso e espiritual. Elas são um meio ordinário com o qual realizam-se diversas iniciativas pastorais e educativas na Igreja local e na comunidade cristã. Não obstante o risco da incompreensão que acompanha as pessoas na convivência com pessoas de língua e cultura diferentes, dá-se sempre mais importância ao empenho de viver em atitude de respeito e de acolhida. E o silêncio é a forma e a fonte do diálogo entre as pessoas que buscam uma relação de confiança e de amizade-confronto com pessoas de outras procedências culturais. «A Igreja está ciente de possuir “aquilo que faz a força e a beleza dos jovens: a capacidade de alegrar-se com aquilo que começa, de dar-se sem retorno, de renovar-se e de tornar a partir para novas conquistas”; as riquezas da sua tradição espiritual oferecem muitos instrumentos com os quais acompanhar a maturação da consciência e de uma liberdade autêntica» (Documento preparatório para o Sínodo dos Bispos sobre «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional», apresentado em 13 de janeiro de 2017). Ser uma trama viva da Igreja de hoje que, com a orientação do Papa Francisco, deseja colocar-se à escuta da voz dos jovens, da sua sensibilidade e fé, dos seus gritos, das suas dúvidas e das suas críticas, é um belo desafio. E é este, de fato, o caminho preparatório do Sínodo sobre os jovens: “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Fortemente querido pelo Papa Francisco, o Sínodo é também ocasião favorável para as Filhas de Maria Auxiliadora, chamadas a serem educadoras dos jovens, a educar à fé e à vida nas diversas expressões e lugares ordinários da Vida Consagrada. Os jovens no contexto asiático A Ásia é o mais vasto continente da Terra, habitado por cerca de dois terços da população mundial: um extenso território com uma população numerosa, herdeira de antigas culturas e tradições religiosas. É impressionante na Ásia a variedade de culturas, línguas, crenças e tradições que constituem parte do patrimônio da Família humana. A Ásia é também o berço das religiões do mundo e lugar de florescimento das grandes tradições religiosas e espirituais: milhões de pessoas seguem diferentes religiões e tradições, com uma pluralidade de ritos, estruturas e credos religiosos. A Igreja na Ásia promove o diálogo inter-religioso e tece um relacionamento sincero com as pessoas de outros credos religiosos. No contexto cultural emergem os valores típicos desta terra: o amor pelo silêncio e pela natureza, a não violência, a contemplação, a simplicidade, a harmonia, o espírito de duro trabalho e de disciplina, a sede de conhecimento e de busca da verdade, etc. Eles são vividos de maneira concreta: fazem parte dos currículos escolares os valores da família, o respeito pela vida e a compaixão por cada ser vivo, o amor filial pelos pais, pelos anciãos e pelos antepassados, e o sentido de comunidade altamente desenvolvido. Na Aldeia da fé global Para testemunhar o Evangelho na Ásia nós nos empenhamos em encarnar a mensagem e a vida de Cristo em nossas vidas e no território. É muito importante realizar uma partilha sincera de experiências, de ideias e de propostas de modo a transformá-las em lugar de encontro entre as pessoas, de comunhão das mentes e dos corações capazes de respeitar e transcender as diferenças. O objetivo prioritário das atividades educativo-pastorais consiste, em primeiro lugar, em dar prioridade à construção de uma verdadeira comunidade cristã, uma comunidade educativa que viva a Palavra de modo autêntico, realizando a Sua encarnação, Corpo de Cristo em um de-terminado tempo e lugar de encontro com as pessoas. Neste tempo evidencia-se uma crise da pastoral vocacional em todas as tradições e Instituições religiosas. Os ideogramas do termo chinês “crise”, ressalta mais o sentido do perigo do que o da oportunidade. Por isso os jovens vivem um tempo de fadiga, em que não faltam os desafios sobre o sentido profundo dos valores tradicionais, precioso patrimônio para a vida do homem. Ao mesmo tempo vive-se um tempo de oportunidades, porque existe o esforço para valorizar e transmitir às gerações futuras, a força do Evangelho. «Jesus Cristo, o Salvador e a sua missão de amor e de serviço na Ásia: para que tenhamos a vida e a tenhamos em abundância». Na Igreja na Ásia, a Exortação apostólica pós-sinodal de São João Paulo II, publicada às portas do Terceiro Milênio, em 6 de novembro de 1999, entrevê, para as Igrejas na Ásia, uma peculiar realidade que deve ser sublinhada: o contexto da in-terculturalidade e do pluralismo religioso. Na Ásia requer-se o diálogo com as grandes tradições religiosas da população, o respeito pelas crenças alheias e pelas tradições religiosas, consideradas como elementos importantes e positivos, e contendo os profundos ideais da vida humana. Tudo isso expressa a importância do diálogo que é reconhecido e confirmado como o “modo característico da vida da Igreja na Ásia”. Os problemas que os jovens têm de enfrentar em um contexto de forte mudança sócio-política, nos impelem a ir ao seu encontro chamando-os às suas res-ponsabilidades diante do futuro da sociedade e da Igreja, encorajando-os e sustentando-os em cada passo, para serem capazes de assumir os seus empenhos. Assim como o Papa Francisco nos seus discursos repete várias vezes aos jovens que eles podem ser agentes eficazes na missão e à comunidade eclesial, para que nela haja uma cuidadosa e adequada pastoral. São tantas as dioce-ses, as escolas católicas e as paróquias que têm assumido esta tarefa para com os jovens, oferecendo-lhes uma formação integral e procurando conduzi-los pelo caminho do verdadeiro discipulado. Fé, discernimento e acompanhamento O Sínodo já está às portas e nós, Filhas de Maria Auxiliadora, estamos como nunca conscientes do chamado à santidade e do viver com e para os jovens com total adesão ao Projeto divino. «Para acompanhar uma outra pessoa não basta estudar a teoria do discernimento; ocorre fazer na própria pele a experiência de interpretar os movimentos do coração para reconhecer neles a ação do Espírito, cuja voz sabe falar à singularidade de cada um. O acompanhamento pessoal requer afinar continuamente a própria sensibilidade à voz do Espírito e conduzir a descobrir nas peculiaridades pessoais um recurso e uma riqueza» (Documento preparatório ao Sínodo). Tanto para o mundo eclesial como para o mundo salesiano, o ano de 2018 foi caracterizado pelas múltiplas propostas de santidade e de reflexão sobre o acom-panhamento e sobre o discernimento dos jovens na sua escolha de vida. Em particular, para as Filhas de Maria Auxiliadora, consagradas e educadoras dos jovens, foi um tempo favorável para consolidar a pertença à Igreja a caminho rumo ao Sínodo, e ao Instituto que é uma Família religiosa aberta e disponível para acolher cada evento como dom de Deus, reavivando a paixão do da mihi animas cetera tolle em vsta da plena felicidade dos jovens no mundo inteiro. Jovens e discernimento, para o Papa Francisco, são temas sempre unidos, um ilumina o outro. Ressoa em mim com variadas tonalidades, o apelo da Madre Geral do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, Madre Yvonne Reungoat (Carta Circular 977) Com os jovens tocamos as cordas da vida. A Madre fala de alegria, porque a santidade se manifesta na alegria que emana de um coração voltado para Deus. «Viver em plenitude a vocação significa dilatar o coração em espaços de relacionamentos sempre mais amplos. Fazendo memória do chamado, encontramos a força para viver aquela transformação no amor que nos impede de nos tornar pessoas “acomodadas”».Trata-se de alegrar-se em Deus e com os outros, por sermos amados gratuitamente por Deus e poder amar os jovens a nós confiados desde o momento do nosso Sim a Ele.  Ser pessoas de fé A fé é, em primeiro lugar, um dom para todos, um dom que recebemos de Deus gratuitamente. Todavia, acolher o dom da fé não é uma conclusão inevitável. No contexto cultural de hoje a fé se torna sempre mais uma escolha subjetiva, fruto de uma descoberta e decisão pessoais. Tal impacto é devido também à secularização, à indi-ferença e à desconfiança que está se alas-trando rapidamente na Aldeia global, e com uma visão materialista e individualista da vida. Recentes inquéritos sobre os jovens põem em evidência que existe uma verdadeira crise de religiosidade e de busca de sentido, e, no entanto, um grupo considerável de jovens percebe a necessidade de entrar em profundidade na sua vida espiritual para encontrar o equilíbrio e a harmonia pessoal em um mundo frenético, fragmentado e em rápida evolução. Muitos são os jovens que experimentam uma profunda sede de valores espirituais, como é manifestado pela presença considerável de movimentos de voluntariado e novos movimentos religiosos. Mais que nunca, há necessidade hoje de integrar a oração na vida cotidiana. A geração atual tende a perder o sentido de Deus, da sua presença no mundo, da Providência operante na vida de cada um. Crentes de todas as religiões, cristãos inclusive, não são imunes desses influxos. Também eles são tentados a abandonar a oração e a realidade do Espírito. Com o avançar do secularismo e da não crença, diante do senso de completa autossuficiência, é a oração autêntica que gera na vida cristã um claro testemunho de serviço e de amor. É o serviço do dom total de si aos outros, até o sacrifício da vida, que exprime o testemunho mais eloquente da presença de Deus no mundo. Este dom total de si já é um modo eficaz de proclamar o Evangelho aos outros e um meio indispensável para co-laborar com o Espírito Santo no promover a Missão da Igreja. O Senhor nos chamou por aquilo que somos e temos. É a gratuidade da nossa entrega ao Senhor e a experiência da misericórdia de Deus que sustentam os passos de quem vive a missão com alegria. No nosso caminho de discernimento e de acompanhamento é levado em consideração que, se se quer ser testemunhas da beleza do chamado, não é possível fazê-lo sozinhos, porque o empenho a viver o chamado à santidade se exprime na comunidade educativa, em comunhão: FMA, Leigos e jovens. Somos corresponsáveis pela nossa missão; vivemos em comunidade e professamos juntos a nossa fé. Saber escutar e dialogar com os jovens de hoje As realidades sociais e culturais, hodiernas, favorecem a construção de uma rede de relações e conexões, em vários níveis, entre os diversos grupos. Isso nos interpela ao enfrentar o tema da identidade cultural e religiosa com relação ao encontro com os jovens de hoje. A capacidade de escuta e de diálogo é a atitude habitual naqueles que são chamados a acompanhar os jovens. Os jovens se sentem atraídos, quando somos capazes de escutá-los com simpatia e empatia, juntos, em um processo de integração e de cooperação; somente assim os jovens entregam a sua experiência de vida em nossas mãos. Para o povo da Ásia o espírito de tolerância religiosa é considerado como um dever civil, com exceção de alguns Países de forte predominância religiosa. Como em tantas outras realidades culturais, assim também a Igreja na Ásia assumiu, com particular empenho, a tarefa da educação cristã: desenvolver as atividades evangelizadoras, especialmente nos Institutos Católicos de Educação, onde são im-prescindíveis a oração e a formação à o-ração. Se os jovens aprendem a dialogar com Deus nas diversas situações da vida pessoal, e a confiar-se a Ele, podem superar o individualismo e conquistar a liberdade interior para colocar sua vida a serviço dos outros. A oração ajuda a encontrar o caminho da Verdade e da Sabedoria, do dom de si e do Amor. A ação pastoral No contexto cultural coreano organizam-se muitas iniciativas e obras apostólicas para a juventude, oportunidade para viver a experiência do encontro com a Palavra e da amizade cristã. Muitas são as Instituições religiosas, os Centros juvenis, as paróquias, as associações e os movimentos juvenis capazes de ajudar a enfrentar os desafios do mundo. Muitas Instituições educativas oferecem aos jovens um lugar formativo para o crescimento na vida cristã, para um apoio na orientação profissional, para uma busca da própria vocação e para enfrentar as fadigas da juventude. O modo de educar e de acompanhar os jovens manifesta também a sua capacidade ou habilidade no relacionar-se com os outros, e os ajuda a crescer na própria identidade e dimensão relacional. As pessoas consagradas, educadoras dos jovens, reconhecendo em primeiro lugar a própria humanidade, desenvolvem a missão em comunhão, reforçam a fé em Deus que os chama todos os dias a responder com caridade, para que a sua vida seja sempre mais vivida evangélica e salesianamente. É importante também dedicar tempo ao estudo e ao aprofundamento da Sagrada Escritura, do Magistério da Igreja e do Instituto, e da espiritualidade pedagógica dos nossos Santos Fundadores. Hoje a Igreja trás à luz, de que modo a formação cristã dos jovens parte do reconhecimento de que eles não são apenas destinatários do cuidado pastoral da Igreja, mas são os agentes e protagonistas na missão da Igreja, na pluralidade de ações pastorais, de caridade e de serviço. Também no nosso ambiente educativo as crianças e os jovens são reconhecidos como nossos interlocutores e companheiros no caminho da fé e da santidade   Acreditar nos jovens Nós, filhas de Maria Auxiliadora, somos chamadas a difundir o Carisma de Dom Bosco e Madre Mazzarello, o dom do Espírito para a juventude de hoje e de amanhã, imitando os nossos Fundadores, como modelos de educação e de santidade, reconhecendo que os jovens precisam dos nossos olhos e dos nossos ouvidos, do nosso coração aberto e acolhedor para progredirem no caminho de crescimento na fé e na vida. Hoje, no ambiente educativo e pastoral de diversas dioceses e paróquias, os jovens são ativos colaboradores na missão. Há muitas iniciativas e experiências de voluntariado e de animação missionária: as crianças e os jovens envolvidos nas atividades a eles propostas; é valorizada a sua presença, o frescor e o entusiasmo, o espírito de solidariedade e de esperança. E são precisamente estas qualidades que os tornam construtores de paz. As FMA são chamadas a encorajar os jovens, a favorecer expe-riências de troca com outras comunidades cristãs, com as Igrejas particulares e de Um mundo melhor constrói-se também graças a vocês (Papa Francisco) 14 outros continentes, para promover a evangelização e a troca inter-cultural. O Papa, aos jovens da Ásia reunidos na Catedral de St. Mary a Yagon em Myanmar, lançou o desafio de se tornarem discípulos missionários para os seus companheiros, convidando-os a re-fletir sobre a necessidade de ter um conhe-cimento pessoal de Jesus, de tornar-se seus mensageiros, e de serem enviados a outros (cf. Rm 10, 14-15). Trata-se, então, de to-marem consciência de que este desafio a serem protagonistas no encontro com Jesus e a testemunhá-lo, começa pelo próximo mais próximo, no momento presente da vida. Lee Ok Ja Giuliana, FMA Coreia | Revista DMA nº4  
Compartilhar
Envie esta notícia para suas redes.

Política de Privacidade

Versão 02 | Dez/2022

A Inspetoria Nossa Senhora Aparecida, CNPJ 61.021.556/0001-59, com sede na Rua Três Rios, 362, São Paulo, é uma instituição de natureza beneficente, filantrópica, educacional, confessional e salesiana. Na instituição salesiana, privacidade e segurança são prioridades e, para além das normas legais, esta política é construída e conduzida sob a inspiração dos princípios e valores humano-cristãos.

Esta Política de Privacidade se aplica a: associadas, empregados, estagiários, estudantes, representantes, voluntários, potenciais estudantes, fornecedores, parceiros, prestadores de serviço, utilizadores de suas plataformas digitais, quaisquer outros indivíduos identificáveis ou identificáveis interessados em suas atividades e serviços que interagem com a INSPETORIA; e informa seus direitos, conforme Art. 18 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Abrange atividades de coleta de dados físico e digital, por meio de nossos vários canais, incluindo – mas não limitado a – plataformas digitais, serviço de atendimento, formulários em papel, relativos a todos os serviços educacionais da Inspetoria e a este relacionados e que estão definidos no Contrato de Prestação de Serviços Educacionais.

A Política tem como propósito

  • explicar ao Titular os respectivos direitos em relação aos seus dados pessoais coletados e tratados por nós, e de que forma protegeremos a sua privacidade;
  • garantir que o Titular entenda quais dos seus dados pessoais coletamos, as razões pelas quais os coletamos e utilizamos, além de com quem os compartilhamos;
  • explicar como utilizamos os dados pessoais compartilhados pelo Titular.
  • Esperamos que a presente Política auxilie o Titular a compreender os nossos compromissos referentes à sua privacidade.

DEFINIÇÕES

Para os fins desta Política, as expressões abaixo terão o seguinte significado:

LGPD” Lei Geral de Proteção de Dados (Lei no 13.709/2018);

Legítimo Interesse” base legal de tratamento de Dados Pessoais prevista nos artigos VII, IX e X da LGPD, e tem como fundamento avaliar, em suma; a legitimidade e legalidade dos interesses da Inspetoria ou de terceiros para a realização de determinado tratamento de Dados Pessoais; a avaliação da efetiva necessidade do tratamento para a finalidade pretendida pela Inspetoria; e o equilíbrio entre os interesses da Inspetoria ou de terceiros e os direitos do titular, incluindo suas expectativas legítimas em relação ao tratamento de seus Dados Pessoais;

Dados Pessoais” informação relacionada à pessoa física identificada ou identificável de forma direta ou indireta;

Dados Pessoais Sensíveis” racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou orientação sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural;

Política” política de privacidade que tem como intuito regular os direitos e deveres da Inspetoria no que tange à proteção de Dados Pessoais e Dados Pessoais Sensíveis;

DIREITOS DOS TITULARES DE DADOS

A LGPD confere aos Titulares de Dados direitos relativos aos seus respectivos dados pessoais. Conforme previsto nos termos da legislação aplicável e salvo se limitados por ela, os direitos previstos aos indivíduos são os seguintes:

  • Direito de confirmação da existência de tratamento;
  • Direito de acesso aos dados;
  • Direito de correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • Direito à anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a LGPD;
  • Direito à portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto;
  • Direito à eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses de guarda legal e outras dispostas na LGPD;
  • Direito à informação das entidades públicas e privadas com as quais a Inspetoria realizou uso compartilhado de dados;
  • Direito à informação sobre a possibilidade de não fornecer o consentimento e sobre as consequências da negativa;
  • Direito à revogação do consentimento, nos termos da LGPD.
    Ao navegar em nosso site, o(a) usuário(a) concorda com os termos desta Política de Privacidade. 

1. Coleta de Dados Pessoais
Podemos coletar os seguintes dados pessoais, quando fornecidos voluntariamente pelo(a) usuário(a) por meio de formulários de contato, inscrições em eventos, pedidos de oração ou outros formulários disponíveis no site:

– Nome completo
– E-mail
– Telefone
– Cidade e Estado
– Instituição ou Comunidade religiosa vinculada (se aplicável)
– Mensagens enviadas por meio dos formulários

Esses dados são coletados com a finalidade exclusiva de realizar atendimentos, responder solicitações, enviar comunicações institucionais ou promover atividades pastorais, educacionais ou vocacionais.

2. Uso de Cookies
Nosso site utiliza cookies – pequenos arquivos armazenados no navegador do(a) visitante – para melhorar a experiência de navegação. Os cookies utilizados podem:

– Lembrar preferências do usuário
– Medir tráfego e desempenho do site
– Prover funcionalidades de terceiros

O(a) usuário(a) pode, a qualquer momento, configurar seu navegador para bloquear o uso de cookies. No entanto, isso poderá afetar a funcionalidade de determinadas seções do site.

3. Compartilhamento de Dados
Não compartilhamos, vendemos ou divulgamos dados pessoais a terceiros, salvo nas seguintes hipóteses:

– Por exigência legal ou judicial
– Com prestadores de serviços contratados exclusivamente para fins técnicos, com cláusulas de confidencialidade
– Com consentimento expresso do(a) titular

4. Armazenamento e Segurança
Os dados pessoais são armazenados em ambiente seguro e controlado, com acesso restrito, adotando-se medidas técnicas e organizacionais para proteger as informações contra acessos não autorizados, perdas ou usos indevidos.

5. Direitos do Titular
Nos termos da LGPD, os titulares de dados pessoais têm os seguintes direitos:

– Confirmar a existência de tratamento
– Acessar os dados
– Corrigir dados incompletos, inexatos ou desatualizados
– Solicitar a anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou excessivos
– Revogar o consentimento a qualquer momento

Para exercer seus direitos, o(a) titular pode entrar em contato através do e-mail:  contato.lgpd@salesianas.com.br

6. Links Externos
Nosso site pode conter links para sites de terceiros. Não nos responsabilizamos pelo conteúdo ou políticas de privacidade desses sites. Recomendamos que o(a) usuário(a) leia as respectivas políticas ao ser redirecionado(a).

7. Alterações nesta Política
Esta Política de Privacidade pode ser atualizada a qualquer momento, sendo as alterações publicadas nesta página com a devida data de revisão. Recomendamos sua leitura periódica.

FORMA DE COLETA DOS DADOS PESSOAIS
A coleta dos dados pessoais ocorre de maneira direta e indireta, a saber:

– Diretamente, quando o(a) usuário(a) preenche formulários disponíveis no site, como contatos, inscrições em eventos, cadastros vocacionais, entre outros;

– Indiretamente, por meio da navegação no site, que pode incluir a coleta automática de dados como endereço IP, tipo de navegador, tempo de permanência nas páginas e outras informações de acesso, com o uso de cookies e tecnologias semelhantes.

Uso de Cookies
Cookies são pequenos arquivos de texto enviados ao navegador do(a) usuário(a) e armazenados em seu dispositivo. Eles servem para reconhecê-lo(a) em futuras visitas e aprimorar sua experiência de navegação. Os tipos de cookies utilizados incluem:

– Cookies estritamente necessários: essenciais para o funcionamento do site;
– Cookies de desempenho: coletam informações de forma anônima para análise estatística de uso;
– Cookies de funcionalidade: permitem que o site se lembre de escolhas feitas pelo usuário;
– Cookies de terceiros: utilizados por serviços externos incorporados, como vídeos e formulários.

O(a) usuário(a) pode gerenciar ou desativar os cookies nas configurações do navegador. A desativação poderá afetar a funcionalidade de certas partes do site.

Retenção, término e descarte de dados pessoais

Os dados coletados permanecerão armazenados de forma segura e, inclusive, anonimizados, se necessário, e sempre se observando a especificidade de serviço prestado.
Para a manutenção desses dados se observará não apenas as regras de coleta previstas pela Lei 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados, mas também as leis e normas que lhe exigem ou lhe permitem a conservação e guarda por um tempo maior, ou mínimo, de determinados dados, independente do consentimento ou vontade do titular. É possível que os prazos mencionados acima sejam alterados por mudanças nas respectivas leis, normas, regulamentos e afins, o que não implicará necessariamente a atualização imediata desta Política de Privacidade, caso a forma de tratamento de dados não seja impactada por essas alterações.

Portanto, as bases legais eventualmente existentes e vigentes que permitam a Inspetoria realizar o tratamento de determinados dados pessoais, mesmo sem o consentimento do seu titular, sobrepõe-se a sua menção ou não neste documento.

Os dados coletados que não são mais necessários ou cujo prazo de guarda tenha expirado são destruídos por incineração ou qualquer outro meio adequado e seguro, em periodicidade legal ou anual pelas equipes gestoras da Inspetoria.

Segurança de Dados Pessoais

Estabelecemos medidas de segurança apropriadas para impedir que seus Dados Pessoais sejam acidentalmente ou ilicitamente acessados, perdidos, alterados, utilizados ou divulgados de maneira não autorizada. Elaboramos normas e procedimentos operacionais complementares para lidar com qualquer suspeita ou ocorrência de violação de Dados Pessoais e adotaremos as medidas estabelecidas internamente ou na lei caso esta ocorra.

A INSPETORIA exige que todos seus colaboradores e prestadores de serviço observem e sigam as normas internas, tais como: Código de Ética e Conduta contendo o regulamento interno e Política de Proteção à Infância e Adolescência que são procedimentos e orientações estabelecidas para o cumprimento da presente Política de Privacidade.

Seguimos princípios e diretivas de Segurança da Informação, como:

Em relação ao Titular: seus dados pessoais serão processados por nossos colaboradores, desde que estes precisem ter acesso a tais informações, dependendo dos propósitos específicos para os quais seus dados pessoais tenham sido coletados.
Em relação aos processos: revisar periodicamente, avaliar o desempenho, melhoria contínua, entre outros. Em relação aos meios tecnológicos: aplicar mecanismos de autenticação, criptografia, sistemas de monitoramento, sistemas de detecção e prevenção de intrusão, soluções anti-malware, redundância de serviços, cópias de segurança, assinatura digital (rastreabilidade), segregação de redes de telecomunicação, entre outros meios.
 

Toda e qualquer solicitação, pedido de informação ou exercício de direitos do Titular de Dados poderá ser enviada para o e-mail: contato.lgpd@salesianas.com.br, aos cuidados do Encarregado de Dados (DPO). O Titular de Dados deverá informar:

a) Nome completo do Titular de Dados;
b) Número de RG ou CPF do Titular de Dados;
c) Descrição da solicitação.

Eventualmente, outras informações ou documentos podem ser solicitados para o atendimento da requisição, caso haja dúvida sobre a veracidade das informações prestadas ou sobre a identidade do Usuário.

É de nossa responsabilidade, após o recebimento de sua comunicação, validar, investigar e responder, dentro de prazo razoável, qualquer solicitação sobre a forma como tratamos seus dados pessoais.

Esta Política de Privacidade pode passar por atualizações sempre que necessário em vista de melhorias, maior segurança ou adequações.

A Inspetoria se compromete a responder às suas solicitações ou esclarecimento de dúvidas que não estejam nesta Política de Privacidade.