04 de fevereiro 2026

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Reavivar a fé política

28/09/2018

Reavivar a fé política

28/09/2018

Dom Bosco, entre tantos legados, nos deixou um sobre a política: ele dizia que sua política era a do Pai Nosso. Essa afirmação pode parecer neutra, mas não o é. A palavra Política vem do grego ‘polis’, ‘cidade’ e visa a organização social da mesma.  Na política do Pai Nosso, para os cristãos, não se trata de instituir um regime teocrata, mas de conceber a cidade segundo a visão de Deus como Pai; fazer a experiência de Deus como Pai é fazer a experiência de ser irmão e irmã de todos. É crer que o pão de cada dia não seja acumulado, mas partilhado e seja para todos. É crer que o mundo é a Pátria da grande família onde Deus deseja reinar como Pai e o amor fraterno é a concretização deste Reino. Como anda a verdadeira fraternidade no mundo em que vivemos? Não será este o momento de avaliar a história e nos perguntarmos sobre nossa responsabilidade e profecia diante da situação de nosso país? O profeta, na visão bíblica, é alguém que lê criticamente o presente porque também ele vive a mesma realidade e procura julgar os acontecimentos à luz da fé para denunciar o mal e anunciar ao povo a possibilidade de um futuro mais humano e mais justo. Meu desejo, neste artigo, não é o de ser profeta da desgraça, porém a conjuntura mundial parece, muitas vezes, que caminha para o caos e para a barbárie: são regimes políticos totalitários que geram fome, terror, morte, imigração em massa; são guerras, retaliações econômicas, ameaças nucleares. É a centralização das riquezas nas mãos de poucos, a busca desordenada do lucro por meio de uma economia globalizada e centrada na especulação financeira, na produção de armas e não de bens de primeira necessidade para todos, gerando desemprego e oferta para o consumo do supérfluo. Saltam aos olhos as nações dizimadas pela fome, pelas epidemias, pelas guerras. É uma nação contra outra nação. Uma nação procurando devorar outras nações. O que constatamos em nosso país? Centralização do poder econômico e dependência do capital internacional. Corrupção nos Poderes que dirigem a Nação. Latifúndio e agronegócio que matam a agricultura familiar, destroem as reservas indígenas, florestas e mananciais e envenenam o mundo com os agrotóxicos. A privatização dos recursos nacionais como a água, os minérios, as reservas petrolíferas, entre outras, sem o conhecimento, consulta e aval da população. Para os pobres, resta o desemprego, a falta de moradia, uma educação precária, sem atrativos, para adolescentes e jovens; os postos de saúde e hospitais públicos sem os recursos para um atendimento humanizante e eficaz. O tráfico de entorpecentes enriquece a máfia que o controla e envolve a juventude de todas as classes. Cresce a violência, o porte de armas pesadas e a impunidade. Cresce, também, a cada ano, a violência e o extermínio de mulheres e jovens, principalmente pobres e negros nas periferias. Acentua-se na sociedade o individualismo, a competição, o preconceito, a indiferença, a acomodação; cresce a solidão, a depressão, o analfabetismo virtual, os endividados, drogados, desempregados, idosos sozinhos. Aumenta o número de moradores de rua e os descartados sem teto, sem terra, sem emprego. A mídia, concessão pública, encobre os desmandos dos Poderes e, como diz o Papa Francisco, ‘cria condições obscuras para condenar pessoas, quando se quer dar um golpe de Estado’. Instrumentaliza o povo transformando-o em massa de manobra criando uma falsa unidade. Uma grande ala das Igrejas cala-se diante deste cenário e entorpece o povo com uma espiritualidade alienada e descomprometida com a realidade, como se esta situação fosse a vontade dos céus; como se a Palavra de Deus e a pessoa de Jesus fossem mágicas salvadoras de todos os males. O que a experiência do Povo de Deus e a prática de Jesus de Nazaré têm a nos dizer? Nelas encontramos a mística e a utopia não só para sonhar, mas para construir algo novo. A Palavra de Deus ilumina a mente para julgar a realidade, aquece o coração e fortalece a vontade para agir no caminho a percorrer. Na Bíblia, não há dicotomia entre fé e vida, fé e política como organização social e concretização do Projeto de Deus. O bem viver foi o objetivo maior deste Projeto que o diferencia das outras nações. Numa leitura atenta, principalmente, do Livro dos Juízes, percebe-se, nas teias e tramas do seu tecido, os sinais do projeto vivido pelo Povo de Deus nos primeiros tempos da conquista da terra: Povo de Deus: Um só Deus. Nações: Vários deuses. Povo de Deus: Culto descentralizado, nas Tribos. Nações: Culto centralizado Povo de Deus: Sacerdote sem terra. Nações: Sacerdote latifundiário. Povo de Deus: Culto que narra a história e a celebra. Nações: Ritos vazios e desligados da vida que narram mitos Povo de Deus: Variedade de lideranças, e serviços partilhados. Nações: Liderança única do rei Povo de Deus: Sociedade igualitária, sem classes. Nações: Sociedade hierarquizada. Povo de Deus: Todos têm direito ao trabalho e vivem do próprio trabalho. Nações: Os reis e os grandes vivem da exploração do trabalho dos pequenos. Povo de Deus: O poder é compartilhado e vem de baixo para cima. Nações: Concentração do poder na mão do rei. Povo de Deus: Leis que defendiam a igualdade entre todos. Nações: Leis que defendiam os interesses do rei. Nações: Exército mercenário. Povo de Deus: Exército popular.   Um dia, esse mesmo povo, já escravo na Babilônia (587aC), se perguntou: por que viemos parar aqui? Porque o Povo e os reis se desviaram do Projeto de Deus. Porque, um dia, as Tribos de Israel escolheram o projeto da serpente, comeram da árvore do centro do paraíso, usurparam de Deus a centralidade do poder: ‘sereis como deuses (...) A serpente (símbolo dos poderes centralizados e opressores), nos enganou’. (Gn. 3,1-7). Esta serpente crescerá tanto que, no Apocalipse, reaparecerá como um dragão. O primeiro livro de Samuel (1 Sam 8,1-22) apresenta uma crítica a esta escolha, a monarquia e, conseqüentemente, ao afastamento do Projeto de Deus. Os reis serão culpabilizados por seus desmandos. A Bíblia não encobre a ambiguidade da instituição da realeza que tem por rei o Senhor, embora apresente Davi como o rei por excelência. O Povo que devia ser ‘luz’ para as nações escolhe ser ‘igual’ às outras nações e, com o tempo, se desvia do Projeto de Deus. Em meio a tantas humilhações e dominações do Povo de Deus, Jesus de Nazaré vem anunciar que um outro mundo é possível. Vem proclamar um Reino no qual Deus se revela como Pai. Veio dizer que o amor do Pai persiste e que a vitória final será a implantação do Reino de Deus em todos povos e nações do mundo. A lei soberana deste reino é o amor e o bem comum seu objetivo: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10). A vontade de Deus é soberana e Ele proclama: “buscai, acima de tudo, a justiça e o resto vos será dado por acréscimo” (Mt 6,33). Jesus resume na oração do Pai Nosso, quais devem ser os anseios de todos que o aceitam como caminho. Quando, principalmente, os dirigentes das nações, de grupos, entidades, instituições forem movidos por esses valores e não por outros interesses, vislumbraremos um mundo novo. Enquanto o Reino de Deus como Pai não chega em sua plenitude é preciso ter sensibilidade para descobri-lo e contemplá-lo lá onde ele acontece, pois ele se apresenta pequenino como um grão de mostarda. São os gestos do ‘Reino de Deus”: Gestos de amor. Amor que se manifesta na acolhida, na partilha, na gratuidade, na solidariedade, na sensibilidade, no perdão. Porém, será necessário ampliar a consciência cidadã, consciência responsável pela construção da história, segundo a vontade de Deus. ‘A história é a gente quem faz’. Que a experiência do Povo de Deus e as proposta de amor de Jesus de Nazaré nos iluminem nas escolhas que faremos nas próximas eleições e tenhamos o discernimento necessário para uma análise dos projetos dos partidos políticos e dos candidatos com seus interesses pessoais e de classe. É tempo de revisão. O quê apoiaremos? Somos filhas de um sonhador: ‘Ninguém pode prender um sonho, Impedir alguém de sonhar. Ninguém pode cortar a esperança de um povo sofrido a lutar. Ninguém pode abafar o grito do oprimido clamando Deus meu! Deus que salva e liberta seu povo, que ergue o caído e alimenta o que é seu Todo sonho alimenta a história E a vitória de um povo a chegar. Vamos juntos que neste caminho Ninguém sobra ou fica para trás. Para ver este mundo florido, Criança sorrindo sem fome ou sem dor, É preciso cuidar bem da vida, Que a vida sofrida se eleva em clamor. Ninguém pode prender um sonho! Como a luz do sol que nasceu, Ele brilha inventando caminhos, E desvela o que a noite escondeu! Ninguém pode abafar o grito e o clamor De quem sofre de tanto suor, Pelo pão, pela paz e a justiça, E anda a procura de um mundo melhor! Ninguém pode prender um sonho! Como a luz do sol que nasceu, Ele brilha inventando caminhos, E desvela o que a noite escondeu! Ninguém pode abafar o grito e o clamor De quem sofre de tanto suor, Pelo pão, pela paz e a justiça, E anda a procura de um mundo melhor!’ (Autor desconhecido) Confira matéria no link  da Revista em Família   Por Ir. Iracema Schoeps
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Política de Privacidade

Versão 02 | Dez/2022

A Inspetoria Nossa Senhora Aparecida, CNPJ 61.021.556/0001-59, com sede na Rua Três Rios, 362, São Paulo, é uma instituição de natureza beneficente, filantrópica, educacional, confessional e salesiana. Na instituição salesiana, privacidade e segurança são prioridades e, para além das normas legais, esta política é construída e conduzida sob a inspiração dos princípios e valores humano-cristãos.

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Política” política de privacidade que tem como intuito regular os direitos e deveres da Inspetoria no que tange à proteção de Dados Pessoais e Dados Pessoais Sensíveis;

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