04 de fevereiro 2026

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Coração Oratoriano de Dom Bosco e de Madre Mazzarello

15/11/2016

O Papa Francisco, ao propor o Jubileu da Misericórdia, para este ano de 2016, ofereceu à Igreja uma experiência altamente enriquecedora. Todas as reflexões propostas, as celebrações e as motivações, apresentadas para este jubileu, nos deixam clara a fina sensibilidade que Deus possui em relação às necessidades humanas e, consequentemente, do quanto é imensurável o seu amor por nós. Foi este mesmíssimo amor que Deus manifestou de uma maneira muito especial pela juventude, quando suscitou Dom Bosco e, nele, um coração de Pai, sensível à realidade dos muitos jovens pobres, abandonados e em perigo de sua época. O nosso fundador percebeu a dura e triste realidade dos jovens que não contavam com a ajuda de ninguém para construírem seu futuro e que, desamparados de qualquer acompanhamento, acabavam se perdendo. E assim como Jesus, teve compaixão destes jovens e se pôs a trabalhar por eles. Lutou para que eles tivessem um espaço físico onde pudessem viver, ter uma família, brincar, rezar e aprender uma profissão. E esforçou-se para que este lugar (que ele sempre quis chamar de casa) fosse permeado por um clima positivo de alegria, de encontro, de amizade, de compreensão e de educação. Por meio da prática da assistência salesiana, Dom Bosco foi criando um estilo próprio de educar e de estar presente na vida dos jovens. A sua presença amiga, ativa e preventiva fez com que muitos jovens vissem nele um verdadeiro guia, que lhes poderia ajudar a discernir os caminhos para a construção de um projeto de vida consistente. O segredo, revelado na carta que escreveu em Roma no ano de 1884, foi saber que o afeto gera familiaridade e a familiaridade gera confiança. E que um jovem, a partir do momento em que passa a confiar no seu educador, está pronto para lhe abrir o coração e lhe permitir que o ajude a enfrentar os desafios e as dificuldades da vida. Dom Bosco era um especialista em educar por meio da presença e do afeto também por um motivo muito marcante: foi desta maneira que ele mesmo havia sido educado por sua mãe, Margarida Occhiena. Nas “Memórias do Oratório de São Francisco de Sales”, o nosso fundador descreve a sua infância enfatizando claramente a força de sua mãe, que se tornando viúva com tão pouca idade, soube assumir para si a responsabilidade do cuidado de uma família simples, com graves dificuldades financeiras, com uma senhora idosa, duas crianças e um adolescente, filho do primeiro casamento do marido. Dom Bosco deixa claro o quanto essas enormes responsabilidades não fizeram com que Margarida deixasse de lado o cuidado com a educação de seus filhos, sobretudo com estes dois elementos importantes da assistência salesiana: a presença constante e o afeto demonstrado. Alude também à capacidade incrível que sua mãe possuía de educar para o sentido de presença de Deus a partir das coisas simples do cotidiano, assim como um bom educador deve fazer com os seus destinatários. E como havia ministrado a catequese e acompanhou (o texto das Memórias do Oratório usa o verbo assistiu) Joãozinho Bosco em cada momento que antecedeu e sucedeu a primeira confissão e a primeira eucaristia. Assim era também o coração oratoriano de Dom Bosco: um coração que decidiu viver e dedicar todas as suas forças pela juventude, especialmente a mais pobre e necessitada.  Que tomou a forte decisão de ser uma presença constante, amiga e orientadora para a vida. Que assumiu como palavras de ordem: querer muito bem aos jovens e esforçar-se para estar sempre próximo e presente em suas vidas. Anos depois, quando sua obra já estava consolidada, na cidade de Turim, Dom Bosco encontrou na pequena cidade de Mornese, um grupo de jovens mulheres que nutriam, também elas, um grande desejo de consagrarem as suas vidas ao trabalho com a juventude. Ele propôs a elas a possibilidade de iniciarem algo grandioso, unindo-se a ele em uma mesma missão, e a partir do seu estilo de educar e evangelizar. Esta proposta encontrou um terreno fértil especialmente no coração de Maria Domingas Mazzarello. Assim como Dom Bosco em Valdocco, Mazzarello em Mornese se tornou uma presença alegre e estimulante, que motivou e motiva as suas irmãs e as jovens a quererem sempre ser melhores, a buscarem a perfeição. Todos aqueles que são chamados a continuarem a missão de Dom Bosco e de Madre Mazzarello necessitam cultivar também em si mesmos este coração oratoriano. Precisam assumir uma maneira de atuar que não se deixa paralisar pelo peso de estruturas ou de complexos projetos, mas que busca antes de tudo estar em sintonia com o coração dos seus destinatários. Perder de vista este ideal pode comprometer a qualidade e a eficácia da nossa missão. Para nós, Família Salesiana, não é o bastante trabalhar em nome de Dom Bosco ou de Madre Mazzarello, mesmo que seguindo às duras penas a tradição do trabalho incansável e extenuante. É preciso agir como Dom Bosco e Madre Mazzarello, buscando ter e cultivar um CORAÇÃO ORATORIANO. Pensar nesta perspectiva nos ajuda a lembrar que o oratório não é um lugar e nem algo que ficou no passado, como uma história bonita de se lembrar. É uma experiência pedagógica e espiritual que pode e deve ser vivida em qualquer frente da missão salesiana, por cada um de nós, seja qual for a responsabilidade e a função que se tem na casa salesiana. Nossos colégios, nossas obras sociais, nossas casas de formação, nossos centros universitários precisam ser grandes oratórios, nos quais se vive o mesmo clima educativo de Turim e de Mornese, pautado na alegria, na proximidade e na presença de Deus. É indiscutível que se trata de um método educativo árduo e exigente. Estamos falando de uma estratégia que coloca o educador no centro do processo, como primeiro animador e incentivador do crescimento de cada destinatário. É o primeiro responsável em garantir que os valores do Sistema Preventivo sejam vividos, a começar por si próprio, para que os destinatários encontrem em nossas casas um ambiente propício que provoque o desejo de mudança e de crescimento. Assistir, na pedagogia salesiana, não significa apenas olhar ou, pior, vigiar, os jovens. Significa estar ao lado deles, ser presença ativa. Não significa simplesmente coordenar ou presidir determinadas atividades ou uma casa, mas sim estar comprometido com o desenvolvimento afetivo do jovem, tema importantíssimo para a faixa etária que preferencialmente atendemos. É o método de ser pai ou mãe, amiga(a), irmã(o) dos jovens. Estando em contato com um ambiente tão rico de valores e assistido por pessoas tão comprometidas pelo seu bem, o jovem naturalmente sentirá o desejo de assumir o protagonismo da sua história. Vai desejar participar no cultivo destes valores, junto com os seus educadores. E sentirá que também ele pode levar a outros a mesma experiência vivida na casa salesiana. E assim teremos um dos mais belos frutos da educação salesiana: ver os nossos jovens inseridos no mundo e na sociedade, vivendo os valores do Evangelho, com coração oratoriano. Conseguirá este feito todos aqueles que assumirem a missão educativa como uma vocação, comprometendo assim toda a sua existência. Não esqueçamos que, para o coração oratoriano de Dom Bosco estar com os jovens era mais do que uma mera atitude: era a razão de sua vida! Por: Glauco Félix Teixeira Landim, SDB Diretor Presidente da Obra Social São João Bosco – Campinas/SP
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Versão 02 | Dez/2022

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